3º Seminário Memória, documentação e pesquisa: A Universidade e os seus lugares de memória II

O 3º Seminário Memória, documentação e pesquisa, com o tema “A Universidade e os seus lugares de memória II” foi realizado entre os dias 08 e 09 de setembro de 2009 no Salão Dourado do Campus da Praia Vermelha. Na ocasião, foram realizadas quatro conferências enfatizando os seguintes temas: memória e informação no ambiente virtual; a construção dos discursos institucionais e a memória; e a preservação e restauração de acervos documentais e arquitetônicos. Foram apresentados diversos e importantes trabalhos desenvolvidos em vários “lugares de memória” da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ dando continuidade às discussões apresentadas no Seminário de 2008, como museus, arquivos, bibliotecas e centros de documentação.

Programação do 3º Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de; QUEIROZ, Andréa Cristina de Barros (Org.). Universidade e lugares de Memória II. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2009.

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2º Seminário Memória, documentação e pesquisa: A universidade e os seus lugares de memória

O 2º Seminário Memória, documentação e pesquisa foi realizado entre os dias 15 e 16 de abril de 2008 no Salão Dourado do Campus Praia Vermelha, com o tema “A universidade e os seus lugares de memória apresentou nas quatro conferências realizadas maiores reflexões sobre o campo da memória”. Foram desenvolvidos vários debates sobre “lugares de memória” da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, como museus, arquivos, bibliotecas e centros de documentação.

Programação do 2º Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de (Org.). Universidade e lugares de Memória. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2008.

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1º Seminário Memória, documentação e pesquisa: A Universidade e os múltiplos olhares de si mesma

 

O 1º Seminário Memória, documentação e pesquisa, organizado pelo Sistema de Bibliotecas e Informação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SiBI/UFRJ), foi realizado no período de 3 e 4 de abril de 2007 no Auditório Pedro Calmon, com o tema “Universidade e os múltiplos olhares de si mesma.” Neste Seminário foram apresentados diversos trabalhos acadêmicos em que foram analisados diferentes aspectos sobre a memória e a história da UFRJ. Este representou o primeiro Seminário organizado pelo Projeto Memória do SIBI.

Dia 03 de abril 2007:

Sessão de abertura (áudio)

Laura Tavares – Pró-Reitora de Extensão – UFRJ

Carlos Tannus – Coordenador Forum de Ciência e Cultura – UFRJ

Paula Abrantes C. de Mello – Coordenadora SiBI – UFRJ

Luiz Antonio Cunha – Coordenador do LEU- CFCH – UFRJ

Maria de Lourdes A. Fávero – Coordenadora do PROEDES – FE/UFRJ

Antonio José Barbosa de Oliveira – Projeto Memória – SiBI/UFRJ

Maria de Lourdes A. Fávero – Conferência: Universidade Federal do Rio de Janeiro: das origens à construção (1920 – 1965)

 

Mesa redonda – Universidade arquitetura e memória (áudio)

Presidente: Maria Ângela Dias – UFRJ/ETU

Marisa Hoirisch – UFRJ – FAU – PROARQ Palácio Universitário – Materiais e Técnicas Construtivas

Maria Helena F. Hermes – UFRJ – EBA – PPGAV O Hotel 7 de setembro, 1922: um olhar crítico em sua arquitetura e ornamentação

 

Conferência (áudio)

Luiz Antonio Cunha – Laboratório de Estudos das Universidades – UFRJ – CFCH – LEU Formação e desenvolvimento da estrutura da UFRJ

 

Mesa redonda – Universidade e Cidades Universitárias: da idéia à materialização (áudio)

Presidente: Margareth Pereira – UFRJ/FAU/PROURB

Klaus Chaves Alberto UFRJ – FAU – PROURB Três projetos para uma Universidade do Brasil

Antônio José Barbosa de Oliveira UFRJ – IFCS – PPGHC e Projeto Memória SiBI Das ilhas à cidade – a universidade visível: a trajetória para a definição do local a se construir a cidade universitária da UB. (1935-1950)

Maria Lúcia R. Vilarinhos – UFRJ/IGEO/ PPGG O campus da UFRJ na Ilha do Fundão : análise de sua localização e organização espacial

Dia 04 de abril 2007:

Conferência (áudio)

Jaime Antunes – Diretor Geral do Arquivo Nacional e Presidente do CONARQ Política nacional de arquivos

 

Mesa redonda – Universidade, memória e acervos (áudio)

Presidente: Elizabeth Martins – UFRJ – FAU – NPD

Libânia Nacif Xavier – UFRJ – FE – PROEDES O PROEDES e as iniciativas de preservação da memória institucional na UFRJ

Regina M. M. C. Dantas – UNIRIO – PPGMS e UFRJ – MN A casa do Imperador. Do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional

Maria José V. da Costa Santos – UFRJ – MN O trabalho de preservação de obras raras na Seção de Memória e Arquivo do Museu Nacional

 

Mesa redonda – Universidade, memória, educação e sociedade (áudio)

Presidente: Ana Lúcia Cunha Fernandes – UFRJ – FE

Glória Walkyria de F. Rocha – PUC-Rio – FE/PPGE e UFRJ – NUTES A Faculdade de Medicina da UFRJ: da Praia Vermelha à Ilha do Fundão – o(s) sentido(s) da mudança

Tatiana Beaklini Moraes – UFRJ – FE – PPGE O Colégio Universitário da Universidade do Brasil (1937- 1942)

Patricia Henriques Mafra – UFRJ – IFCS – PPGHS Uma escola contra a Ditadura : o CAP entre 1964 / 1968

Vera Valente – UFRJ – IFCS – Depto.de Antropologia Cultural e Laboratório Le Metro A Vila Residencial da UFRJ : visões de uma trama social

 Vídeo com imagens do seminário:

Programação do 1º Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de (Org.). A Universidade e os múltiplos olhares de si mesma. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2007. 

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Das ilhas à cidade – A universidade visível

2005

Organização: Antonio José Barbosa de Oliveira – Professor do CBG/UFRJ e colaborador da Divisão de Memória (antoniojose@facc.ufrj.br)

 

A partir de uma seleção, restauração  e digitalização de imagens do Arquivo Histórico do Escritório Técnico da Universidade, esta exposição pretende contar a história da longa trajetória de estudos, projetos e discussões que culminaram com a construção da Cidade Universitária da Universidade do Brasil, na atual Ilha do Fundão.
Além das imagens, a exposição conta com diversas matérias sobre o tema, publicadas nos principais jornais cariocas, durante a década de 1950.

 

Para que uma universidade?

“A função da Universidade é uma função única e exclusiva. Não se trata, somente, de difundir conhecimentos. O livro também os difunde. Não se trata, somente, de conservar a experiência humana. O livro também a conserva. Não se trata, somente, de preparar práticos ou profissionais, de ofícios ou artes. A aprendizagem direta os prepara, ou em último caso, escolas muito mais singelas que as universidades.

Trata-se de manter uma atmosfera de saber para se preparar o homem que o serve e o desenvolve.

Trata-se de conservar o saber vivo e não morto, nos livros ou no empirismo das práticas não intelectualizadas. Trata-se de formular intelectualmente a experiência humana, sempre renovada, para que a mesma se torne consciente e progressiva.
Trata-se de difundir a cultura humana, mas de fazê-lo com inspiração, enriquecendo e vitalizando o saber do passado com a sedução, a atração e o ímpeto do presente.” (Anísio Teixeira, 1935).

 

Ver fotos e informações sobre a construção da cidade universitária

 

UFRJ revoga título de Doutor Honoris Causa de Emílio Médici

 

O Conselho Universitário (Consuni) da UFRJ decidiu por unanimidade e aclamação revogar o título de Doutor Honoris Causa concedido, em 1972, ao general Emílio Garrastazu Médici, Presidente da República durante o Regime Militar. A votação ocorreu na tarde desta quinta-feira, 10 de dezembro, em sessão ordinária.

A anulação do título configura “reparação moral aos estudantes e professores da UFRJ torturados, mortos e desaparecidos e como resgate da dignidade acadêmica do Conselho Universitário”, afirma o relatório da Comissão da Memória e Verdade (CMV) da UFRJ, responsável pela proposta de revogação.

O reitor da UFRJ, Roberto Leher, afirmou que o título jamais deveria ter sido concedido ao general, e que durante a ditadura, incluindo o período Médici, “foram violados todos os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário”.

De acordo com a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos (CEMD), 24 estudantes e dois professores da UFRJ foram assassinados ou desapareceram quando o general governou o país.

“Inadmissível que, ao invés de seus nomes, esteja inscrito na lista dos homenageados desta universidade um dos principais responsáveis pela violência e morte que os vitimou, eles e tantos outros, jovens e não jovens, que não se submeteram ao arbítrio e à brutalidade”, diz o relatório da CMV-UFRJ.

A CEMD registra 362 mortos e desaparecidos no país durante a ditadura, sendo 149 apenas durante o governo Médici, entre 1969 e 1974.

Os professores Carlos Vainer e Marco Aurélio Santana, respectivamente presidente e coordenador dos trabalhos da CMV-UFRJ apresentaram resultados dos trabalhos da comissão, em sessão que abriu a palavra à Nadine Borges, da Comissão Nacional da Verdade, Tatiana Roque, presidente da Associação de Docentes da UFRJ (Adufrj), à professora Jessie Jane, de reconhecida luta contra o golpe, e membros do Conselho.

Em cerimônia marcada pela indignação e comoção, alunos, professores e técnicos da universidade relataram episódios do período, marcado pela violação de direitos na universidade e fora dela.

Leher destacou que a revogação tem um valor simbólico muito importante, pois hoje é celebrado Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Fonte

UFRJ revoga título de Doutor Honoris Causa concedido ao general Médici. Conexão UFRJ, Rio de Janeiro, 10 dez. 2015. Disponível em: https://conexao.ufrj.br/2015/12/ufrj-revoga-titulo-de-doutor-honoris-causa-concedido-ao-general-medici/ Acesso em: 26 fev 2016.

 

95 anos da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Discurso proferido na efeméride de 95 anos da UFRJ pelo reitor Roberto Leher

A comunidade da UFRJ tem muito o que celebrar no dia 7 de setembro de 2015, data em que celebramos os 95 anos de nossa instituição. É possível afirmar que a criação da UFRJ, a partir de escolas pré-existentes, foi o fato cultural mais importante do início do século XX no país.

A criação da universidade possibilitou não apenas uma instituição de ensino organizada e sistemática. Muito além do ensino, a UFRJ foi se constituindo como instituição com crescente dedicação à pesquisa e, sobretudo, à produção de um conhecimento original em diversos domínios: das engenharias às áreas da saúde, da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) aos estudos sobre o Estado nacional na Faculdade Nacional de Direito, da cultura à educação, a Universidade do Brasil contribuiu para que o país pudesse pensar os seus dilemas históricos sob prismas teóricos marcados pela originalidade.

A contribuição de grandes educadores na FNFi, muitos provenientes da Universidade do Distrito Federal, como Anísio Teixeira, possibilitou que a UFRJ fosse se constituindo como uma instituição que logrou a unidade do diverso, não apenas pela interação entre as faculdades e as áreas de conhecimento, mas pela extraordinária diversidade de perspectivas teóricas e epistemológicas. As interações com os principais centros universitários da Europa e Estados Unidos contribuíram para a consolidação de áreas de imensa importância científica e tecnológica para o país, logrando, em especial, a partir da segunda metade do século XX, extraordinária expansão de sua pós-graduação e a constituição de importantes laboratórios de pesquisa, sem perder um ethos muito próprio de sua história: a ousadia e o pensamento inovador de seus estudantes, técnicos e docentes. A busca de conhecimento novo, original, vinculado aos problemas dos povos tem sido, desde então, um sopro renovador da cultura brasileira e um grito de liberdade para o pensamento criativo e emancipatório.

Resistiu aos intentos dogmáticos, autoritários, mesmo antes do golpe empresarial-militar de 1964. Os seus estudantes sempre foram ousados e criativos na interpretação das transformações do tempo histórico! A sua comunidade foi corajosa na defesa da autonomia universitária e, por isso, muitos de seus membros foram cassados, presos, torturados e violentamente assassinados: com sua coragem e suas lutas, escreveram a nobre história de nossa instituição!

Na última década, a instituição foi ampliada, inclusive fora da cidade do Rio de Janeiro, em Macaé e Duque de Caxias, possibilitando uma emocionante mudança no perfil de seus estudantes. Estas mudanças sociais nos instam a repensar as formas de ensinar, a organização acadêmica, o diálogo verdadeiro com a juventude, a pensar a cultura urbana, os fluxos das cidades, as interações simbólicas mediadas pelas tecnologias e, muito importante, as políticas que assegurem direitos estudantis básicos, atualmente negados à maioria que os demandam com justeza. Sem um novo padrão de políticas estudantis, dificilmente a UFRJ se caracterizará como uma instituição democrática aberta a todo o povo. Daí a relevância de uma forte união em prol de políticas de assistência estudantil que possibilitem que todos os estudantes possam ter uma vida universitária plena!

É uma instituição que possui preciosos acervos bibliográficos e de coleções da flora, fauna e de antropologia, assim como da música brasileira. Em seus hospitais, possibilita percursos e processos formativos que garantem uma formação completa na área de saúde e em domínios afins. No Observatório Nacional, contribui para a pesquisa astronômica e astrofísica, mantendo intensa relação com a educação básica e com os museus. A UFRJ vem assegurando conhecimentos estratégicos para que a economia brasileira possa ser mais complexa e justa socialmente, como as pesquisas nas áreas de energia, meio ambiente, transportes, bem como nas ciências da natureza. Desenvolve pesquisas e processos formativos de extraordinária relevância na formação de professores, um dos pilares da função social da universidade.

Em suas salas de aula, grupos de pesquisa, laboratórios, hospitais, pulsa uma intensa energia criadora que permite antecipar cenários que projetem um futuro mais generoso para o país. Com mais verbas para que possa recuperar a sua infraestrutura, exaurida pelos anos e pela escassa manutenção, bem como mais verbas de investimento para ampliar as suas instalações, restaurar as unidades do Complexo Hospitalar e de seus prédios históricos, a UFRJ seguirá uma instituição nacional da maior relevância para a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia comprometidas com o bem-viver dos povos.

Reivindicamos o efetivo cumprimento da autonomia universitária para que possamos produzir conhecimento com ética e compromisso com a verdade, sem subordinação aos interesses particularistas. Liberdade de cátedra, participação, expressão e crítica são valores inalienáveis da vida acadêmica. Para que a universidade não fique sob influência de patrocinadores com interesses específicos de lucro, reivindicamos a garantia de um orçamento compatível com as necessidades da instituição! Somente assim a interação com os setores produtivos será fecunda para a instituição e para o país.

A comunidade da UFRJ está ciente de que o futuro da instituição dependerá do porvir da nação. Daí todo nosso compromisso com a democracia, a igualdade social, os direitos sociais e os direitos humanos, as condições socioambientais do planeta e com o conhecimento crítico e emancipatório.

A comunidade da UFRJ presta verdadeira homenagem aos que de fato vêm custeando as nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão: todos os que trabalham arduamente e contribuem, pagando tributos para a manutenção da universidade. Essa história virtuosa não teria sido possível sem o apoio dos que vivem do próprio trabalho e são explorados. Também expressamos reconhecimento a todas as forças sociais que, na sociedade política e na sociedade civil, vêm atuando no sentido de possibilitar melhores condições para a educação pública, laica, universal, comprometida com os grandes problemas dos povos, projeto nacional com o qual nos identificamos!

Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2015

Roberto Leher

Reitor UFRJ

Inauguração da Cidade Universitária

 

É o prédio do Instituto de Pediatria e Puericultura da UFRJ, que marca a inauguração do campus da Cidade Universitária em 1953. Interessante registrar que na memória coletiva muitos acreditam que a Cidade Universitária foi pensada pelo regime civil-militar na década de 1970. Lembramos que algumas obras foram finalizadas em 1972, no governo Médici, e por isso as lembranças foram enquadradas neste momento.

 

 

UFRJ em Imagens

A história da UFRJ é longa e se mistura, em diversos aspectos, à própria história do Rio de Janeiro e do Brasil. A universidade tem um patrimônio arquitetônico variado, com prédios centenários. Em suas atividades acadêmicas e cerimônias de diversas naturezas, sempre recebeu em suas instalações personalidades no campo da política, das artes e das ciências. As imagens a seguir mostram uma pequena parte desta história.

Sala da Administração do antigo Hospício. Sala da Administração do Hospício de Alienados (desativado em 1942), atual Salão Dourado do Forum de Ciencia e Cultura da UFRJ – Acervo: Arquivo IPHAN
Hotel  7 de Setembro. Av. Rui Barbosa, no Flamengo. Utilizado pela Escola de Enfermagem Anna Nery e depois Casa do Estudante Universitário – Acervo: Arquivo da Cidade
Hospício de Alienados. Fachada do Antigo Hospício de Alienados, na Urca. Atualmente o prédio abriga o Forum de Ciência e Cultura – Acervo: Biblioteca Pedro Calmon/FCC
Anos de Chumbo. O Palácio Universitário foi palco de importantes momentos da história recente do Brasil. Montagem de imagens para a Exposição: Um olhar sobre o palácio, organizada pela Biblioteca Pedro Calmon FCC/UFRJ, em 2002. (Fotos originais: Acervo Arquivo IPHAN)
Praia da Saudade. A Urca foi o local inicialmente cogitado para sediar a primeira universidade do Brasil. Fotografia da Exposição: Um olhar sobre o palácio, organizada pela Biblioteca Pedro Calmon FCC/UFRJ, em 2002. Acervo: Arquivo IPHAN
O bairro da Urca em 1930. Praia da Saudade – Fotografia da Exposição: Um olhar sobre o palácio, organizada pela Biblioteca Pedro Calmon FCC/UFRJ, em 2002. Acervo: Arquivo IPHAN
Arquipélago em 1945. Futura Cidade Universitária da UFRJ – Acervo: Arquivo Histórico do ETU/UFRJ
Plano Diretor. Década de 1950. Ocupação inicialmente prevista para a Cidade Universitária – Acervo: Arquivo Histórico do ETU/UFRJ
Getúlio Vargas discursa na solenidade da inauguração do Instituto de Puericultura, 1 de outubro de 1953 – Também estão presentes o reitor Pedro Calmon e o Prof. Martagão Gesteira – Acervo IPPMG/UFRJ
Cidade Universitária. Início das obras de construção da Escola Nacional de Engenharia – 1951 – Acervo: Arquivo Histórico do ETU/UFRJ
Ilha Universitária. Após o aterramento e união das ilhas, surgiu a Cidade Universitária da UFRJ, no Fundão – Foto 1953 – Acervo: Arquivo Histórico do ETU/UFRJ
Faculdade Nacional de Engenharia. Atualmente o prédio é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (Largo de S.Francisco) – Acervo: IFCS/UFRJ
Antiga Biblioteca Central. Visita do Presidente Juscelino Kubitschek à Universidade do Brasil. Acervo: Biblioteca Pedro Calmon/FCC
O Reitor Pedro Calmon e o Presidente Eisenhower em visita à Biblioteca Central da Universidade do Brasil – 1957 – Acervo: Biblioteca Pedro Calmon/FCC
Reitores Moniz de Aragão e Hélio Fraga condecoram a bibliotecária Vilma Andrade de Lemos Cordeiro – Acervo Biblioteca Pedro Calmon/FCC
Faculdade Nacional de Medicina. Salão de leitura e estudos da Biblioteca – Acervo particular da bibliotecária Maria Regina Azevedo
Faculdade Nacional de Medicina. Início das obras de construção do antigo prédio da Faculdade Nacional de Medicina – Urca – Acervo: Arquivo Bruno Lobo (Biblioteca Pedro Calmon FCC)
Faculdade Nacional de Medicina. Pátio interno ao antigo prédio da Praia Vermelha – Acervo: Arquivo Bruno Lobo – Biblioteca Pedro Calmon/FCC
Museu Nacional. Antigo Palácio Imperial (Paço de São Cristóvão) – atual sede do Museu Nacional da UFRJ – Acervo: Arquivo Histórico do Museu Nacional
Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista. Vista do antigo prédio que atualmente abriga o Museu Nacional da UFRJ – Acervo: Arquivo Histórico do Museu Nacional

Audiovisual

Fala, Minerva! – UFRJ: História e Memória

Vídeo produzido pela Superintendência Geral de Comunicação Social da UFRJ com apresentação de Vinicius Lyra e lançamento em 22 de outubro de 2025. Nesse episódio, Andréa Queiroz (Diretora da Divisão de Memória Institucional) resgata momentos marcantes em que a história da UFRJ se entrelaçou com a do Rio de Janeiro e a do nosso país, desde o Império até a contemporaneidade.

Tem profissional da História aí? 

Podcast realizado pelo PPGH/PUCRS, por Tatyana Maia e Leonardo Feter, lançado em 08 dez. 2020. A Divisão de Memória Institucional SIBI/UFRJ, entrevista com Andréa Queiroz.

Incontáveis

Os seis vídeos da série “Incontáveis”, uma iniciativa da Comissão Memória e Verdade da UFRJ (CMV/UFRJ), começaram a ser produzidos em 2020 e foram lançados em menos de um ano depois, em parceria com o ICEM (Instituto Cultura em Movimento). A série foi elaborada em linguagem acessível, visando ampliar a esfera de circulação para um público não especializado, e em particular o seu uso em sala de aula no ensino médio e universitário, bem como em atividades de formação nos movimentos sociais. Os episódios tratam da violência da ditadura contra as mulheres, a população LGBTQIA+, a população negra e moradora de favelas, os povos indígenas, os educadores e os trabalhadores do campo e da cidade. Utilizando imagens de arquivo e documentos inéditos localizados nos arquivos da repressão e na documentação das Comissões da Verdade, INCONTÁVEIS põe em evidência o papel dos sujeitos coletivos no debate público quando o assunto é o regime ditatorial iniciado com o golpe de 1964.

Tempos Autoritários na UFRJ

Produzido originalmente para a exposição “1964: UFRJ – Imagens, Falas e Informações”, realizada de 21 de agosto a 12 de setembro de 2014, pela Divisão de Memória Institucional do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ, para refletir sobre os 50 anos do golpe, com curadoria da Historiadora Andréa Queiroz. No vídeo, ex-reitores da Universidade Federal do Rio de Janeiro relatam as perseguições, as perdas de direitos e o exílio durante o período da Ditadura Civil-Militar no Brasil (1964-1985).

Memória Fotográfica da UFRJ – Construção da Cidade Universitária no Fundão

Imagens da construção da Cidade Universitária da UFRJ na Ilha do Fundão. As fotos foram recuperadas a partir de trabalhos de desoxidação de negativos dos anos de 1950 a 1954, trabalho realizado pelo Projeto Memória do Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI/UFRJ e hoje integram o Acervo de Fotografias do Escritório Técnico da UFRJ.

40 anos da Invasão da Faculdade Nacional de Medicina

O documentário “Massacre da Praia Vermelha” faz um relato sobre a invasão da Faculdade Nacional de Medicina, em 23 de setembro de 1966. Mais de 200 estudantes se concentraram no prédio da faculdade para uma assembléia, onde seria discutida a Lei Suplicy de Lacerda ( Lei nº 4.464 / 66), que cobrava uma taxa dos estudantes, dando  início a uma possível privatização das universidades públicas pelo governo militar.

VIII CECI e Seminário: As bibliotecas contam a sua história

Vídeo com imagens de dois seminários: As Bibliotecas Contam a sua História, evento realizado no âmbito do Projeto Memória do SiBI/UFRJ e imagens do VIII Ciclo de Estudos em Ciência da Informação – CECI, realizado pelo Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI/UFRJ em 2007.

UFRJ em Revista 19 – 28 de agosto de 2007

Programa especial sobre os 87 anos da UFRJ. Para falar sobre as mudanças que aconteceram na universidade ao longo de sua existência, conversamos com o professor da Faculdade de Educação, e do Laboratório de estudos da universidade do CFCH, Luiz Antônio Cunha, e o historiador Antônio José Barbosa de Oliveira, pesquisador do Projeto Memória SiBI/UFRJ.

 

 

Memória dos Reitores

A Divisão de Memória Institucional do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ desenvolve o trabalho de preservação e divulgação da memória dos reitores da Universidade desde 2013 com a metodologia de História Oral, coletando informações sobre a trajetória de cada reitor e realizando as entrevistas audiovisuais. A entrevistas são transcritas e podem ser consultadas pelo público mediante preenchimento de formulário de solicitação enviando e-mail para memoria@sibi.ufrj.br.

Para as comemorações do Centenário da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 07 de setembro de 2020, a Divisão de Memória Institucional/SIBI/UFRJ inaugurou a exposição “Galeria de Reitores da UFRJ” com a trajetória, a biobibliografia e a memória oral dos ex-Reitores da Universidade.

As entrevistas com os Reitores começaram a ser realizadas a partir 2013:

CARDOSO, Alexandre Pinto. Alexandre Pinto Cardoso: gestão 1989-1990. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 20 mar. 2013. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

CARVALHO, Denise Pires de. Denise Pires de Carvalho: gestão 2019-2023. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 10 maio 2023. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

CONCEIÇÃO, Carlos Antônio Levi da. Carlos Antônio Levi da Conceição: gestão 2011-2015. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 07 abr. 2016. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

FILHO, Nelson Maculan. Nelson Maculan Filho: gestão 1990-1994. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 27 mar. 2013. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

FRACALANZZA, Sérgio Eduardo Longo. Sérgio Eduardo Longo Fracalanzza: gestão 2002-2003. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janero: UFRJ/SIBI/DMI, 20 mar. 2013. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

GOMES, Paulo Alcântara. Paulo Alcântara Gomes: gestão 1994-1998. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 10 abr. 2013. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

LEHER, Roberto. Roberto Leher: gestão 2015-2019. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 03 dez. 2019. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.

LESSA, Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de. Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa: gestão 2002-2003. Entrevistadora: Andréa Cristina de Barros Queiroz. Rio de Janeiro: UFRJ/SIBI/DMI, 24 maio 2013. Entrevista concedida ao Projeto “Memória dos Reitores”.