8º Seminário Memória, Documentação e Pesquisa: A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte

O 8º Seminário Memória, Documentação e Pesquisa, com o tema “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, ocorreu entre os dias 12 e 13 de setembro de 2017 no Auditório Pedro Calmon, no Campus da Praia Vermelha. O evento foi organizado pela Divisão de Memória Institucional do Sistema de Bibliotecas e Informação (SIBI) da Universidade Federal do Rio de Janeiro que desenvolve atividades permanentes de pesquisa, com o objetivo de viabilizar mecanismos para o diagnóstico, a identificação, a assessoria técnica e a difusão de acervos documentais escritos, iconográficos, cartográficos, arquitetônicos, artísticos e orais que representem a história e a memória da UFRJ. Concomitante às pesquisas realizamos anualmente a série de Seminários Memória, Documentação e Pesquisa. No evento, foi comemorado os dez anos da edição do primeiro Seminário que teve como temática: A UFRJ e os múltiplos olhares sobre si mesma.

Programação do 8º Seminário

Eixos Temáticos:

Apresentação Oral 1: Patrimônio Material e Universidade

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com a relação ao Patrimônio Material e à Universidade. Entendemos em seu conjunto de bens culturais que pertencem ao patrimônio material universitário: os lugares de memória; o patrimônio histórico edificado; as coleções especiais; os acervos históricos etnográficos, cartográficos, bibliográficos; iconográficos e artísticos; o acervo administrativo e as Atas Universitárias; Boletins; o acervo de Memória Oral; objetos e artefatos que constituem a vida universitária.

Apresentação Oral 2: Patrimônio Imaterial e Universidade

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com  relação ao Patrimônio Imaterial e à Universidade. Entendemos como patrimônio imaterial universitário os saberes e os fazeres do cotidiano da vida universitária, ou ainda, a representação dos indivíduos ou grupo de indivíduos que se reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.

Apresentação Oral 3: História e Memória Institucional

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com a relação à História e à Memória Institucional.

 

QUEIROZ, Andréa Cristina de Barros; SOTO, Moana Campos (Org.). A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2017.

 
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Acervo Aloisio Teixeira

 

20 de julho a 04 de setembro de 2017

Ao longo de oito anos como reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Aloisio Teixeira recebeu inúmeras homenagens, honrarias, distinções e agradecimentos e lembranças de alunos, amigos, instituições e entidades do Brasil e também do exterior. Em vida, deixou todo este acervo para a UFRJ, aos cuidados do Sistema de Bibliotecas e Informação – SiBI. Em 2017, aos cinco anos de seu falecimento, o SiBI faz sua homenagem à Aloisio Teixeira através da exposição deste acervo que representam seus oito anos de reitoria, uma admirável e inesquecível passagem pela vida institucional de todos nós da UFRJ. Os itens que compõem seu acervo reitoral estão catalogados na Base Minerva. A exposição, localizada no interior da biblioteca Pedro Calmon, apresenta parte deste acervo: placas e medalhas comemorativas, prêmios, troféus, além da beca e as samarras: a vermelha, referente ao curso de economia; e a branca, de uso exclusivo do reitor, pois representa todas as áreas do conhecimento.

 

Paula Maria Abrantes Cotta de Mello

paulamello@sibi.ufrj.br

Coordenadora do SiBI/UFRJ

 

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VIII Seminário Memória, Documentação e Pesquisa: A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte

 

Logo Memória 10 anos com SiBI e subtitulo

 

VIII Seminário Memória, Documentação e Pesquisa:

A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte.

12 e 13 de Setembro de 2017

UFRJ – Praia Vermelha – Auditório Pedro Calmon

 

Este evento é organizado pela Divisão de Memória Institucional do Sistema de Bibliotecas e Informação (SIBI) da Universidade Federal do Rio de Janeiro que desenvolve atividades permanentes de pesquisa, com o objetivo de viabilizar mecanismos para o diagnóstico, a identificação, a assessoria técnica e a difusão de acervos documentais escritos, iconográficos, cartográficos, arquitetônicos, artísticos e orais que representem a história e a memória da UFRJ. Concomitante às pesquisas realizamos anualmente a série de Seminários Memória, Documentação e Pesquisa. A oitava edição desse ano contemplará a temática: A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte. Este ano comemoraremos também dez anos da edição do primeiro Seminário que teve como temática: A UFRJ e os múltiplos olhares sobre si mesma.

 

INSCRIÇÕES

Inscrições para ouvintes apenas no local do evento
As incrições para apresentação de trabalho estão encerradas. 
 

PROGRAMAÇÃO

 

Dia 12 de Setembro de 2017

8h30 – Credenciamento

9h – Abertura do Seminário

Roberto Leher – Reitor da UFRJ
Carlos Bernardo Vainer – Coordenador do FCC
Paula Maria Abrantes Cotta de Mello – Coordenadora do SIBI
Andréa Cristina de Barros Queiroz – Diretora da Divisão de Memória Institucional/SIBI

9h30 – Conferência de Abertura

Antônio José Barbosa de Oliveira (CBG/UFRJ)

12h – Almoço

13h00 – Mesa-redonda 1: Patrimônio e Universidade

1. Guarda, catalogação, ensino  e extensão  por meio da  utilização do  patrimônio material presente no Espaço Memorial Carlos Chagas Filho  (IBCCF – UFRJ) – Karina Siciliano Oliva Saraiva e Érika Michelle Avelino Negreiros Gonçalves

2. Patrimônio bibliográfico de C&T em Universidades: proposta para formação das coleções especiais da Biblioteca Paulo Geyer – Ingrid Lopes de Souza, Coautores: Fabiano Cataldo de Azevedo, Maria Lucia de Niemeyer Matheus Loureiro

3. Patrimônio do ensino da Astronomia no Brasil: instrumentos científicos do Observatório do Valongo – Maria Alice Ciocca de Oliveira

14h00 – Debate

14h40 – Mesa-redonda 2: Patrimônio e Universidade

1. O Sistema Universitário de Apoio Teatral – José Henrique Ferreira Barbosa Moreira

2. O Prédio do Largo de São Francisco de Paula da UFRJ: uma invenção da tradição latina nos trópicos – Regina Maria da Cunha Bustamante

3. O imaterial nas exposições de Etnologia Indígena do Museu Nacional/UFRJ – Moana Campos Soto

15h40 – Debate

 

Dia 13 de Setembro de 2017

9h30 – Conferência de Encerramento

Vera Lúcia Dodebei (UNIRIO)

12h – Almoço

13h00 – Mesa-redonda 2: História e Memória Institucional

1. A trajetória da Escola Nacional de Química à Escola de Química da UFRJ – Nadja Paraense dos Santos

2. Reflexões sobre a historicidade da Casa da Ciência da UFRJ no cenário da divulgação científica brasileira – Luciane Correia Simões

3. Programa de Formação em Preservação Patrimonial para secundaristas: O Laboratório Central de Conservação e Restauração/LCCR do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro na capacitação de jovens – Márcia Valéria de Souza

14h10 – Debate

14h40 – Mesa-redonda 2: Repositórios Institucionais e Memória

1. Acervos Científicos Digitais: competências e habilidades profissionais para a preservação digital em Repositórios Institucionais – Marcelle Lopes de Souza; Coautores: Adriana Cox Hollós, Fabiano Cataldo de Azevedo

2. Memórias em movimento: um balanço da experiência do Programa de Memória de Movimentos Sociais (Memov) – José Sergio Leite Lopes/ Coautores: Antônio Carriço e Luciana Lombardo.

3. O Pantheon da UFRJ – Samantha Eunice Pontes

15h30 – Debate

 

Eixos Temáticos:

Apresentação Oral 1: Patrimônio Material e Universidade

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com a relação ao Patrimônio Material e à Universidade. Entendemos em seu conjunto de bens culturais que pertencem ao patrimônio material universitário: os lugares de memória; o patrimônio histórico edificado; as coleções especiais; os acervos históricos etnográficos, cartográficos, bibliográficos; iconográficos e artísticos; o acervo administrativo e as Atas Universitárias; Boletins; o acervo de Memória Oral; objetos e artefatos que constituem a vida universitária.

Apresentação Oral 2: Patrimônio Imaterial e Universidade

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com  relação ao Patrimônio Imaterial e à Universidade. Entendemos como patrimônio imaterial universitário os saberes e os fazeres do cotidiano da vida universitária, ou ainda, a representação dos indivíduos ou grupo de indivíduos que se reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.

Apresentação Oral 3: História e Memória Institucional

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente com a relação à História e à Memória Institucional.

Apresentação Oral 4: Repositórios Institucionais e Memória

Os trabalhos selecionados para este eixo deverão dialogar com a temática do evento deste ano: “A Universidade e a sua diversidade patrimonial: memória, história, cultura e arte”, e relacionar o debate especificamente entre os Repositórios Institucionais e a Memória.

Orientações para apresentadores de trabalho:

1)     Os apresentadores de comunicação oral deverão se inscrever de 24 de julho a 18 de Agosto de 2017;

2)     Os apresentadores de comunicação oral deverão submeter, no ato da inscrição, apenas 1 (um) resumo do trabalho escolhendo 1 (um) único Eixo Temático;

3)    Os apresentadores que tiveram os trabalhos aceitos deverão ​enviar ​o​ texto completo para o e-mail​:​ memoriaarrobasibi.ufrj.br até ​o dia 13 de outubro de 2017​ para a publicação nos Anais do evento.

4)     Os resumos e os textos completos serão submetidos à Comissão de Avaliadores Ad hoc e deverão atender aos seguintes critérios:

a)Relevância das propostas com a temática do Seminário;

b)Pertinência com o eixo temático escolhido;

c)Clareza na exposição das ideias e construção dos argumentos;

d)Coesão textual e conclusão;

e)Apresentação de todas as referências citadas no texto.

5)      A inscrição de trabalho de comunicação oral poderá ser de um/a autor/a ou de coautores, desde que preencham devidamente o formulário que se encontra na página eletrônica do Seminário e envie automaticamente para o e-mail memóriaarrobasibi.ufrj.br;

6)      Não será permitida a inclusão ou exclusão de coautores após o prazo final da submissão do resumos e textos.

7)      Não serão aceitas as submissões de resumos em mais de um Eixo Temático. A Comissão Organizadora irá considerar apenas a data da primeira submissão;

8)      O conteúdo dos resumos e dos textos é de inteira responsabilidade dos autores.

 

Sobre a publicação dos textos completos

Os Autores que submetem seus textos para este evento concordam com os seguintes termos:
a) Autores mantém os direitos autorais sobre o trabalho, permitindo ao Seminário colocá-lo sob uma licença Licença Creative Commons Attribution, que permite livremente a outros acessar, usar e compartilhar o trabalho com o crédito de autoria e apresentação inicial nesta conferência.

b) Autores podem abrir mão dos termos da licença CC e definir contratos adicionais para a distribuição não-exclusiva e subsequente publicação deste trabalho (ex.: publicar uma versão atualizada em um periódico, disponibilizar em repositório institucional, ou publicá-lo em livro), com o crédito de autoria e apresentação inicial neste Seminário.

c) Além disso, autores são incentivados a publicar e compartilhar seus trabalhos online (ex.: em repositório institucional ou em sua página pessoal) a qualquer momento antes e depois do Seminário.

Normas de formatação dos textos completos

1) Fonte Times, corpo 12, espaçamento simples e margem justificada. No mínimo 15 e no máximo 20 laudas contando com as referências bibliográficas;

2) O título em letra maiúscula e em negrito. Não utilizar sublinhado e utilizar itálico apenas para grafias estrangeiras;

3) Na linha abaixo do título, inserir o/a autor/a ou os/as autores/as. A identificação da autoria deve ser colocada no rodapé no final da página, com dados acadêmicos e institucionais e e-mail;

4) As citações diretas no texto deverão ter no máximo 3 (três) linhas e ser antecedidas e finalizadas com aspas e apresentarem a referência bibliográfica da citação entre parêntesis no corpo do texto, por exemplo (QUEIROZ, 2017, p.7);

5) As citações maiores que 3 (três) linhas deverão ser apresentadas em texto recuado com parágrafo de 4 (quatro) cm e apresentarem a referência bibliográfica da citação entre parêntesis no corpo do texto, por exemplo (QUEIROZ, 2017, p.7);

6) As notas deverão ser apresentadas no rodapé da página e devem estar formatadas em Times; corpo 10;

7) A função das notas deve atender às explicações que se façam necessárias para à compreensão maior do texto, assumindo, contudo, uma relevância de segundo plano;

8) As referências bibliográficas devem ser apresentadas no final do texto, seguindo as Normas da ABNT, dispostas em ordem alfabética por autor;

9) Poderão ser incluídas imagens, gráficos, quadros e/ou tabelas no texto. Em quantidade de no máximo de 6 (seis). Elas devem estar localizadas exatamente na ordem definida pelo autor. Toda figura deverá ser identificada, logo abaixo, com uma legenda em corpo 10; numerada e em sequência – Figura 1, Figura 2, Figura 3, Figura 4, Figura 5 e Figura 6. Toda legenda de figura deverá identificar a fonte e o lugar de onde foi retirada;

10) As imagens devem apresentar a definição de 300 dpis e no formato máximo de 7 x 5cm;

11) As páginas devem ser numeradas (margem superior direita), com exceção da primeira.

 

Comissão Organizadora

Paula Maria Abrantes Cotta de Mello

Andréa Cristina de Barros Queiroz

Maria Angélica Brandão Varella

Moana Campos Soto

 

memoriaarrobasibi.ufrj.br

7º Seminário Memória, documentação e pesquisa: Bibliotecas, Arquivos e Museus: saberes e práticas compartilhadas

A sétima edição do Seminário Memória, Documentação e Pesquisa neste ano contemplou a temática “Bibliotecas, Arquivos e Museus: saberes e práticas compartilhadas”. O seminário foi realizado no Auditório Pedro Calmon nos dias 05 e 06 de outubro de 2016. Participaram desse evento profissionais de diferentes instituições de ensino e pesquisa, especialmente ligados a diversas áreas do conhecimento como: biblioteconomia, patrimônio, memória, história, museologia e arquivologia.

Programação do 7º Seminário

 
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Edificações Tombadas

 

Centro de Arte Hélio Oiticica

O prédio, em estilo neoclássico, foi construído no século XIX para sediar o Conservatório de Música, acolhendo também o Conservatório Dramático Brasileiro. Instalado em uma área de 1.950m², o Centro de Arte abriga, preserva e divulga a obra do artista plástico Hélio Oiticica. O prédio é preservado pelo Corredor Cultural, programa da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro para o qual foi cedido.

 

Colégio Brasileiro de Altos Estudos

O amplo edifício de estilo eclético, localizado no bairro do Flamengo, foi construído, em 1922, para abrigar o Hotel Sete de Setembro, um local de hospedagem e balneário para turistas e autoridades visitantes da Exposição Internacional do Centenário da Independência.

Em 1926, passou a funcionar como Núcleo Residencial da Escola de Enfermagem Anna Nery, sendo desativado e ocupado, a partir de 1973, pela Casa do Estudante Universitário. Em 1995, devido ao estado de degradação avançada, a UFRJ retomou a posse do imóvel, iniciando um longo processo de restauração do patrimônio.

O Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ, instalado nas dependências do prédio restaurado, propõe-se a ser um centro de excelência da Universidade, de caráter interdisciplinar, atuando como órgão de cooperação interna e externa, promovendo o conhecimento nacional, difundindo experiências internacionais e destacando o uso social do conhecimento. Como órgão do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, pretende organizar conferências, seminários, atividades artísticas, entre outros eventos abertos ao público.

 

Escola de Enfermagem Ana Nery

O Pavilhão de Aulas da Escola de Enfermagem Anna Nery foi inaugurado em 1927, com o apoio financeiro da Fundação Rockefeller, a fim de iniciar o ensino de enfermagem de caráter técnico superior no Brasil.

O prédio, que constitui um importante exemplar da arquitetura neocolonial carioca, foi construído em um lote do terreno do antigo Asilo da Mendicidade, atual Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA). Incorporada à Universidade do Brasil, em dezembro de 1945, a Escola de Enfermagem Anna Nery teve a sua propriedade transferida para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1977.

Atualmente, o estado de conservação do edifício indica a profunda necessidade de obras de restauração e a definição de um novo programa de usos, adequado à sua condição de patrimônio arquitetônico nacional e referência no ensino da enfermagem.

 

Faculdade Nacional de Direito

Construído no início do século XIX, o solar foi residência do último vice-rei do Brasil, Conde dos Arcos. Após a Independência, foi comprado pelo Governo e reformado para sediar o Senado Imperial, testemunhando importantes episódios da história nacional, como, por exemplo, a assinatura da Lei Áurea, em 1888.

Em 1889, com a Proclamação da República, o edifício sofreu novas obras de ampliação, tornando-se sede do Senado Republicano até dezembro de 1924, quando este se transferiu para o Palácio Monroe, na Avenida Rio Branco.

De 1926 a 1937, foi ocupado por repartições federais, como o Departamento Nacional de Educação do Ministério da Educação e Saúde. A partir de 1938, passou a abrigar a antiga Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, atual Faculdade de Direito da UFRJ.

 

Hospital Escola São Francisco de Assis

A inauguração do prédio do Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA) ocorreu em 1879, quando funcionava como asilo de mendigos. Em 1922, foi transformado no Hospital-Geral São Francisco de Assis, sendo incorporado ao patrimônio da União, em 1939, e transferido à Universidade do Brasil, atual UFRJ, como Hospital Escola São Francisco de Assis. Em 1978, foi desativado, mas, por motivo de calamidade pública causada por enchentes na cidade, foi reativado em 1988.

Atualmente, o HESFA é um órgão suplementar do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, integrado ao Sistema Único de Saúde, que oferece serviços assistenciais à população de baixa renda, funcionando como Hospital/Dia e de semi-internação. É considerado um centro de referência nacional no tratamento da AIDS e em programas de reabilitação motora.

O conjunto arquitetônico do Hospital possui estilo neoclássico, apresentando pequenas variações formais de tendência romântica/eclética. Encontra-se em estado precário, colocando em risco seu funcionamento. Grande parte do espaço está interditada pelas péssimas condições estruturais, rachaduras e árvores enraizadas nas paredes externas, necessitando de reformas em todos os seus elementos.

 

Instituto de Filosofia e Ciências Sociais

Projetado para ser a Sé do Rio de Janeiro, o prédio, que começou a ser construído em meados do século XVIII, foi adaptado para receber a Academia Real Militar, em 1812, onde teve início o ensino de engenharia no Brasil.

Recebeu o nome de Escola Militar, em 1839, e de Escola Central, em 1858, com a criação do curso de Engenharia Civil. Em 1874, a Escola Central foi transferida do Ministério do Exército para o Ministério do Império, com a denominação de Escola Politécnica.

Após a transferência da Escola Politécnica para a Cidade Universitária, a edificação do Largo de São Francisco passou a abrigar, em 1969, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), criado em 1967.

Construído originalmente com dois pavimentos, o prédio recebeu mais um andar, em 1905, e outro, em 1955. Durante a construção do terceiro andar, o pórtico central da fachada foi alterado, mas o aspecto clássico de sua composição foi mantido.

 

Escola Nacional de Música

A edificação principal do prédio que abriga a Escola de Música da UFRJ foi adquirida, em 1855, pelo Governo Imperial, para receber o acervo da Biblioteca Nacional. Em 1910, após a mudança da Biblioteca para a Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco, o prédio atual foi construído e, junto com a Rua do Passeio, é considerado Patrimônio Histórico Municipal.

Em 1913, o Instituto Nacional de Música foi transferido para o local, após a construção de um pavilhão de aulas nos fundos da edificação principal, que passou por novas obras, de 1918 a 1922, para abrigar o Salão de Concertos Leopoldo Miguez e a imponente fachada em estilo italiano. O Instituto incorporou-se à Universidade Federal do Rio de Janeiro, em abril de 1931. Em 1982, na parede externa voltada ao Largo da Lapa, foi pintado o painel Paisagem Urbana, de Ivan Freitas, que reproduz uma paisagem natural e o prolongamento do prédio.

O Salão Leopoldo Miguez merece destaque por sua decoração interna, pelo grande órgão Tamburini localizado ao fundo do palco e pela excelência de sua acústica, considerada uma das melhores do país, sendo utilizado, constantemente, para gravações. Em seu interior, são realizados diversos eventos, entre concertos de câmara, sinfônicos e óperas, além de uma série de atividades, como aulas, ensaios, palestras e formaturas.

 

Palácio Universitário

O Palácio Universitário, como é conhecido hoje, foi construído para abrigar o Hospício Pedro II, inaugurado em 1852, primeiro hospital especializado no tratamento de doenças mentais no Brasil. O Hospício foi local de formação de médicos nos estudos de psiquiatria, instalação da primeira cátedra dessa especialização na Faculdade de Medicina e início da pesquisa sobre psicanálise.

A construção do prédio que abrigaria o Hospício resultou de uma mobilização social que, ao longo de dez anos, sob a liderança do então provedor da Santa Casa da Misericórdia, José Clemente Pereira, e a proteção do jovem monarca Pedro II, recolheu vultosos recursos, de acordo com a pesquisadora Maria de Lourdes P. Horta: “Em 15 de julho de 1841 […] José Clemente Pereira informa que já angariara 2.560$000 réis e que estava autorizado a empregar nas obras o produto da grande subscrição, aberta entre os negociantes da Praça do Comércio do Rio de Janeiro, para a “fundação de um estabelecimento de caridade”, que fosse “do Imperial agrado”. […]

“Até julho de 1850, as doações montavam a 567.044$213, incluídos os lucros de duas loterias. Teixeira Brandão informa que até 1882 haviam sido gastos na edificação do asilo 2.672.424$680 réis (dois bilhões, seiscentos e setenta e dois milhões, quatrocentos e vinte e quatro mil e seiscentos e oitenta réis). Esse investimento resultou na beleza e na perfeição dos detalhes artísticos e técnicos da obra, que fizeram com que o edifício fosse considerado o “palácio neoclássico mais belo do país”, segundo o crítico Clarival Prado Valadares. Os trabalhos de construção do Hospício são atribuídos a José Maria Jacinto Rebelo, também responsável pela construção do novo Hospital da Santa Casa (sob o risco de Domingos Monteiro) e do Palácio de Petrópolis (sob o risco inicial de Júlio Frederico Koeler).

O Hospício, que podia ser visto de longe por aqueles que adentrassem a Baía de Guanabara, serviu como um marco da construção civil do novo reinado, que começava com a sagração do imperador de 15 anos. Durante os anos do regime militar, o campus da Praia Vermelha foi um dos focos da resistência à ditadura, tendo sido a Faculdade de Medicina invadida pelos militares em 1966.

Atualmente, o Palácio Universitário é ocupado pelas seguintes unidades: Fórum de Ciência e Cultura, Escola de Comunicação, Faculdade de Educação, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas, Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Instituto de Economia e Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ.

 

Museu Nacional

O casarão original data do século XVII, sede da fazenda jesuítica de São Cristóvão para criação de gado. Com a extinção da Ordem no Brasil, em 1759, a propriedade foi segmentada em várias fazendas e leiloada.

A edificação, doada ao príncipe regente Dom João, em 1809, pelo comerciante luso-libanês Antônio Elias Lopes, passou por sucessivas reformas, como a ampliação feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu por longo período, tornando o edifício testemunha de diversos momentos importantes na história do Brasil.

Com a República, foi adaptado para as reuniões do Congresso Constituinte e, em 1892, passou a abrigar o Museu Nacional. Em 1910, foram realizadas obras de remodelação e saneamento do parque, além de alterações no prédio de estilo neoclássico, um dos mais significativos exemplares da arquitetura brasileira. Em 1946, incorporou-se à Universidade do Brasil, atual UFRJ.

Atualmente, o Museu Nacional reúne um dos maiores acervos científicos da América Latina, laboratórios de pesquisa e cursos de pós-graduação. As peças que compõem as exposições abertas ao público (cerca de três mil, atualmente) são parte dos 20 milhões de itens das coleções conservadas e estudadas pelos departamentos de Antropologia, Botânica, Entomologia, Invertebrados, Vertebrados, Geologia e Paleontologia.

 

Fundação Universitária José Bonifácio

O atual pavilhão Frota Moreira, onde já funcionou uma gráfica, começou a ser construído em 1842. Tombado pelo Inepac, em 1990, abriga a Fundação Universitária José Bonifácio (FUJB), desde 1975.

 

Observatório do Valongo

A criação, no morro de Santo Antônio, do Observatório da Escola Politécnica, em 1881, impulsionou o estudo da astronomia no Brasil. Com a derrubada do morro de Santo Antônio, em 1921, os equipamentos existentes no Observatório foram levados para sua atual localização, na Chácara do Valongo, Morro da Conceição. Os prédios do Conjunto Paisagístico do Observatório do Valongo, no Jardim Morro do Valongo, foram tombados pelo IPHAN.

 

Fonte: Escritório Técnico da Universidade – UFRJ

 

 

UFRJ completa 96 anos e lança marca comemorativa

 

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro completou ontem, 7/9, 96 anos de uma trajetória de lutas, mudanças e crescimento. Referência nacional em ensino, pesquisa e extensão nos diversos campos do conhecimento, a UFRJ participa ativamente da construção da história nacional. Para celebrar mais esse aniversário, foi apresentada ao Conselho Universitário, hoje (8/9), a marca do programa A UFRJ Faz 100 Anos, iniciando a contagem regressiva para o centenário da Universidade em 2020. Rogéria de Ipanema, coordenadora do programa, afirma que a construção diária da UFRJ é o principal destaque: “O ‘faz’ no título do programa é emblemático porque estamos caminhando para os 100 anos. Não se trata apenas de uma passagem, é uma vivência”. O programa A UFRJ Faz 100 Anos compreenderá mais de 15 eventos e projetos que serão usados para estimular a reflexão sobre a Universidade pela comunidade que a compõe. Segundo Ipanema, o programa busca “retirar o momento de apenas celebração para pensarmos e refletirmos o fazer 100 anos. Para falar, sensibilizar, se enxergar e se reconhecer no fazer a UFRJ”. A marca do centenário já pode ser vista em alguns pontos da Cidade Universitária. O design e os diferentes usos a serem adotados foram pensados pela equipe do Laboratório Gráfico de Comunicação Visual (LabGraf) da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ). Para Marcus Dohmann, coordenador do Laboratório, a marca “dialoga bem com outros elementos gráficos da Universidade, como o brasão e os logotipos das escolas. Além disso, ela reflete a construção dos 100 anos, bloco a bloco”. Outro aspecto presente na marca dos 100 anos é a pluralidade da UFRJ. “Dentro da sua identidade, ela pode assumir outras identidades. É a síntese do cubo mágico: os blocos se reorganizam com várias experimentações e possibilidades”, ressaltou Dohmann. Muitos aniversários, uma universidade Em 7/9/1920, o presidente Epitácio Pessoa assinou o decreto n° 14.343, que reuniu a Escola Politécnica e as faculdades de Medicina e Direito do Rio de Janeiro para formar a Universidade do Rio de Janeiro, lançando as bases do que viria a se tornar a maior instituição pública de ensino superior do Brasil. Historicamente, as unidades fundadoras da UFRJ possuem mais de 100 anos. O curso mais antigo, iniciado na especialidade do Desenho de Engenharia, precursor da Escola Politécnica, fará 225 anos em 2017, ano em que a Faculdade Nacional de Direito completará 190 anos. Em 2018, será a Faculdade de Medicina, oriunda da antiga Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, completará 210 anos. A Escola de Belas Artes, de 1816, e o Museu Nacional, de 1818, também comemoram o bicentenário. A UFRJ Faz 100 Anos é um evento de celebração aos vários aniversários existentes na Universidade, durante os próximos quatro anos, conforme ressalta Rogéria de Ipanema: “Os aniversários mais antigos e mais novos também fazem parte da história da UFRJ. As unidades, os cursos, as pessoas são parte do que faz os 100 anos. É o que a gente faz todo dia, do cotidiano ao extraordinário”.

 

Fonte: Portal UFRJ

 

Coleção Memória

Minerva Coleção Memória

Para realizar sua pesquisa exclusivamente no acervo da Coleção Memória UFRJ, antes de efetuar a busca selecione entre as opções de acervo por “Memória UFRJ – MUFRJ” diretamente na página Minerva/UFRJ.

 

Universidade e seus lugares de memória

 

08 e 09 de Setembro de 2009

 

O Projeto Memória/SiBI/UFRJ (2009) realizou o levantamento das unidades e espaços detentores de acervos e/ou arquivos vinculados à história e à memória da UFRJ. Ressaltando, dessa maneira, que a preservação da memória técnico-científica e da cultura de nossa Universidade objetiva o fortalecimento de sua identidade institucional.

Andréa Cristina de Barros Queiroz – Historiadora andreaqueiroz@sibi.ufrj.br
Diretora da Divisão de Memória Institucional SiBI/UFRJ

 

2009 01
2019 02
2009 03

  

Seminário Memória 8
Seminário Memória 137
Seminário Memória 138

  

Seminário Memória 139
Seminário Memória 140
2009 04

  

Seminário Memória 7
2019 05
2009 06

  

As Coleções Especiais das Bibliotecas da UFRJ

 

2012

 

2012 16 2012 17 2012 18

2012 19 2012 20 2012 21

Patrimônio histórico edificado e as suas memórias na UFRJ

 

05 e 06 de Setembro de 2013

A exposição Patrimônio Histórico Edificado e as suas memórias na UFRJ foi montada associada ao VI Seminário Memória, Documentação e Pesquisa ambos organizados pela Divisão de Memória Institucional do Sistema de Bibliotecas e Informação (SiBI) da UFRJ. As fotografias expostas representam parte do conjunto arquitetônico universitário e alguns de seus bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).

 Andréa Cristina de Barros Queiroz – Historiadora

andreaqueiroz@sibi.ufrj.br

Diretora da Divisão de Memória Institucional SiBI/UFRJ


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