III Seminário: A Universidade e os seus lugares de memória II

 

08 e 09 de Setembro de 2009

 

O Seminário apresentou quatro conferências enfatizando os seguintes temas: memória e informação no ambiente virtual; a construção dos discursos institucionais e a memória; e a preservação e restauração de acervos documentais e arquitetônicos. Foram apresentados diversos e importantes trabalhos desenvolvidos em vários “lugares de memória” da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ dando continuidade às discussões apresentadas no Seminário de 2008, como museus, arquivos, bibliotecas e centros de documentação.

 

Programação do III Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de; QUEIROZ, Andréa Cristina de Barros (Org.). Universidade e lugares de Memória II. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2009.

  

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II Seminário: A universidade e os seus lugares de memória

 

15 e 16 de abril de 2008

 

O Seminário apresentou nas quatro conferências realizadas maiores reflexões sobre o campo da memória. Foram desenvolvidos vários debates sobre “lugares de memória” da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, como museus, arquivos, bibliotecas e centros de documentação.

 

Programação do II Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de (Org.). Universidade e lugares de Memória. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2008.

 

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I Seminário: A Universidade e os múltiplos olhares de si mesma

 

3 e 4 de abril de 2007

 

Neste Seminário foram apresentados diversos trabalhos acadêmicos em que foram analisados diferentes aspectos sobre a memória e a história da UFRJ. Este representou o primeiro Seminário organizado pelo Projeto Memória do SIBI.

 

Sessão de abertura (áudio)

Laura Tavares – Pró-Reitora de Extensão – UFRJ

Carlos Tannus – Coordenador Forum de Ciência e Cultura – UFRJ

Paula Abrantes C. de Mello – Coordenadora SiBI – UFRJ

Luiz Antonio Cunha – Coordenador do LEU- CFCH – UFRJ

Maria de Lourdes A. Fávero – Coordenadora do PROEDES – FE/UFRJ

Antonio José Barbosa de Oliveira – Projeto Memória – SiBI/UFRJ

Maria de Lourdes A. Fávero – Conferência: Universidade Federal do Rio de Janeiro: das origens à construção (1920 – 1965)

 

Mesa redonda – Universidade arquitetura e memória (áudio)

Presidente: Maria Ângela Dias – UFRJ/ETU

Marisa Hoirisch – UFRJ – FAU – PROARQ Palácio Universitário – Materiais e Técnicas Construtivas

Maria Helena F. Hermes – UFRJ – EBA – PPGAV O Hotel 7 de setembro, 1922: um olhar crítico em sua arquitetura e ornamentação

  

Conferência (áudio)

Luiz Antonio Cunha – Laboratório de Estudos das Universidades – UFRJ – CFCH – LEU Formação e desenvolvimento da estrutura da UFRJ

 

Mesa redonda – Universidade e Cidades Universitárias: da idéia à materialização (áudio)

Presidente: Margareth Pereira – UFRJ/FAU/PROURB

Klaus Chaves Alberto UFRJ – FAU – PROURB Três projetos para uma Universidade do Brasil

Antônio José Barbosa de Oliveira UFRJ – IFCS – PPGHC e Projeto Memória SiBI Das ilhas à cidade – a universidade visível: a trajetória para a definição do local a se construir a cidade universitária da UB. (1935-1950)

Maria Lúcia R. Vilarinhos – UFRJ/IGEO/ PPGG O campus da UFRJ na Ilha do Fundão : análise de sua localização e organização espacial

  

Conferência (áudio)

Jaime Antunes – Diretor Geral do Arquivo Nacional e Presidente do CONARQ Política nacional de arquivos

 

Mesa redonda – Universidade, memória e acervos (áudio)

Presidente: Elizabeth Martins – UFRJ – FAU – NPD

Libânia Nacif Xavier – UFRJ – FE – PROEDES O PROEDES e as iniciativas de preservação da memória institucional na UFRJ

Regina M. M. C. Dantas – UNIRIO – PPGMS e UFRJ – MN A casa do Imperador. Do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional

Maria José V. da Costa Santos – UFRJ – MN O trabalho de preservação de obras raras na Seção de Memória e Arquivo do Museu Nacional

 

Mesa redonda – Universidade, memória, educação e sociedade (áudio)

Presidente: Ana Lúcia Cunha Fernandes – UFRJ – FE

Glória Walkyria de F. Rocha – PUC-Rio – FE/PPGE e UFRJ – NUTES A Faculdade de Medicina da UFRJ: da Praia Vermelha à Ilha do Fundão – o(s) sentido(s) da mudança

Tatiana Beaklini Moraes – UFRJ – FE – PPGE O Colégio Universitário da Universidade do Brasil (1937- 1942)

Patricia Henriques Mafra – UFRJ – IFCS – PPGHS Uma escola contra a Ditadura : o CAP entre 1964 / 1968

Vera Valente – UFRJ – IFCS – Depto.de Antropologia Cultural e Laboratório Le Metro A Vila Residencial da UFRJ : visões de uma trama social

 

Vídeo com imagens do Seminário

Programação do I Seminário

OLIVEIRA, Antonio José Barbosa de (Org.). A Universidade e os múltiplos olhares de si mesma. Rio de Janeiro: UFRJ / FCC / SiBI, 2007.  

 

 

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Das ilhas à cidade – A universidade visível

 

2005 

 

Organização: Antonio José Barbosa de Oliveira – antoniojosearrobafacc.ufrj.br

(professor do CBG/UFRJ e colaborador da Divisão de Memória). 

 

A partir de uma seleção, restauração  e digitalização de imagens do Arquivo Histórico do Escritório Técnico da Universidade, esta exposição pretende contar a história da longa trajetória de estudos, projetos e discussões que culminaram com a construção da Cidade Universitária da Universidade do Brasil, na atual Ilha do Fundão.
Além das imagens, a exposição conta com diversas matérias sobre o tema, publicadas nos principais jornais cariocas, durante a década de 1950.

 

Para que uma universidade?

“A função da Universidade é uma função única e exclusiva. Não se trata, somente, de difundir conhecimentos. O livro também os difunde. Não se trata, somente, de conservar a experiência humana. O livro também a conserva. Não se trata, somente, de preparar práticos ou profissionais, de ofícios ou artes. A aprendizagem direta os prepara, ou em último caso, escolas muito mais singelas que as universidades.

 

Trata-se de manter uma atmosfera de saber para se preparar o homem que o serve e o desenvolve.

 

Trata-se de conservar o saber vivo e não morto, nos livros ou no empirismo das práticas não intelectualizadas. Trata-se de formular intelectualmente a experiência humana, sempre renovada, para que a mesma se torne consciente e progressiva.
Trata-se de difundir a cultura humana, mas de fazê-lo com inspiração, enriquecendo e vitalizando o saber do passado com a sedução, a atração e o ímpeto do presente.” (Anísio Teixeira, 1935).

 

Ver fotos e informações sobre a construção da cidade universitária

 

UFRJ revoga título de Doutor Honoris Causa de Emílio Médici

 

O Conselho Universitário (Consuni) da UFRJ decidiu por unanimidade e aclamação revogar o título de Doutor Honoris Causa concedido, em 1972, ao general Emílio Garrastazu Médici, Presidente da República durante o Regime Militar. A votação ocorreu na tarde desta quinta-feira, 10 de dezembro, em sessão ordinária.

A anulação do título configura “reparação moral aos estudantes e professores da UFRJ torturados, mortos e desaparecidos e como resgate da dignidade acadêmica do Conselho Universitário”, afirma o relatório da Comissão da Memória e Verdade (CMV) da UFRJ, responsável pela proposta de revogação.

O reitor da UFRJ, Roberto Leher, afirmou que o título jamais deveria ter sido concedido ao general, e que durante a ditadura, incluindo o período Médici, “foram violados todos os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário”.

De acordo com a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos (CEMD), 24 estudantes e dois professores da UFRJ foram assassinados ou desapareceram quando o general governou o país.

“Inadmissível que, ao invés de seus nomes, esteja inscrito na lista dos homenageados desta universidade um dos principais responsáveis pela violência e morte que os vitimou, eles e tantos outros, jovens e não jovens, que não se submeteram ao arbítrio e à brutalidade”, diz o relatório da CMV-UFRJ.

A CEMD registra 362 mortos e desaparecidos no país durante a ditadura, sendo 149 apenas durante o governo Médici, entre 1969 e 1974.

Os professores Carlos Vainer e Marco Aurélio Santana, respectivamente presidente e coordenador dos trabalhos da CMV-UFRJ apresentaram resultados dos trabalhos da comissão, em sessão que abriu a palavra à Nadine Borges, da Comissão Nacional da Verdade, Tatiana Roque, presidente da Associação de Docentes da UFRJ (Adufrj), à professora Jessie Jane, de reconhecida luta contra o golpe, e membros do Conselho.

Em cerimônia marcada pela indignação e comoção, alunos, professores e técnicos da universidade relataram episódios do período, marcado pela violação de direitos na universidade e fora dela.

Leher destacou que a revogação tem um valor simbólico muito importante, pois hoje é celebrado Dia Internacional dos Direitos Humanos.

 

Fonte: Portal UFRJ

 

95 anos da Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

A comunidade da UFRJ tem muito o que celebrar no dia 7 de setembro de 2015, data em que celebramos os 95 anos de nossa instituição. É possível afirmar que a criação da UFRJ, a partir de escolas pré-existentes, foi o fato cultural mais importante do início do século XX no país.

A criação da universidade possibilitou não apenas uma instituição de ensino organizada e sistemática. Muito além do ensino, a UFRJ foi se constituindo como instituição com crescente dedicação à pesquisa e, sobretudo, à produção de um conhecimento original em diversos domínios: das engenharias às áreas da saúde, da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi) aos estudos sobre o Estado nacional na Faculdade Nacional de Direito, da cultura à educação, a Universidade do Brasil contribuiu para que o país pudesse pensar os seus dilemas históricos sob prismas teóricos marcados pela originalidade.

A contribuição de grandes educadores na FNFi, muitos provenientes da Universidade do Distrito Federal, como Anísio Teixeira, possibilitou que a UFRJ fosse se constituindo como uma instituição que logrou a unidade do diverso, não apenas pela interação entre as faculdades e as áreas de conhecimento, mas pela extraordinária diversidade de perspectivas teóricas e epistemológicas. As interações com os principais centros universitários da Europa e Estados Unidos contribuíram para a consolidação de áreas de imensa importância científica e tecnológica para o país, logrando, em especial, a partir da segunda metade do século XX, extraordinária expansão de sua pós-graduação e a constituição de importantes laboratórios de pesquisa, sem perder um ethos muito próprio de sua história: a ousadia e o pensamento inovador de seus estudantes, técnicos e docentes. A busca de conhecimento novo, original, vinculado aos problemas dos povos tem sido, desde então, um sopro renovador da cultura brasileira e um grito de liberdade para o pensamento criativo e emancipatório.

Resistiu aos intentos dogmáticos, autoritários, mesmo antes do golpe empresarial-militar de 1964. Os seus estudantes sempre foram ousados e criativos na interpretação das transformações do tempo histórico! A sua comunidade foi corajosa na defesa da autonomia universitária e, por isso, muitos de seus membros foram cassados, presos, torturados e violentamente assassinados: com sua coragem e suas lutas, escreveram a nobre história de nossa instituição!

Na última década, a instituição foi ampliada, inclusive fora da cidade do Rio de Janeiro, em Macaé e Duque de Caxias, possibilitando uma emocionante mudança no perfil de seus estudantes. Estas mudanças sociais nos instam a repensar as formas de ensinar, a organização acadêmica, o diálogo verdadeiro com a juventude, a pensar a cultura urbana, os fluxos das cidades, as interações simbólicas mediadas pelas tecnologias e, muito importante, as políticas que assegurem direitos estudantis básicos, atualmente negados à maioria que os demandam com justeza. Sem um novo padrão de políticas estudantis, dificilmente a UFRJ se caracterizará como uma instituição democrática aberta a todo o povo. Daí a relevância de uma forte união em prol de políticas de assistência estudantil que possibilitem que todos os estudantes possam ter uma vida universitária plena!

É uma instituição que possui preciosos acervos bibliográficos e de coleções da flora, fauna e de antropologia, assim como da música brasileira. Em seus hospitais, possibilita percursos e processos formativos que garantem uma formação completa na área de saúde e em domínios afins. No Observatório Nacional, contribui para a pesquisa astronômica e astrofísica, mantendo intensa relação com a educação básica e com os museus. A UFRJ vem assegurando conhecimentos estratégicos para que a economia brasileira possa ser mais complexa e justa socialmente, como as pesquisas nas áreas de energia, meio ambiente, transportes, bem como nas ciências da natureza. Desenvolve pesquisas e processos formativos de extraordinária relevância na formação de professores, um dos pilares da função social da universidade.

Em suas salas de aula, grupos de pesquisa, laboratórios, hospitais, pulsa uma intensa energia criadora que permite antecipar cenários que projetem um futuro mais generoso para o país. Com mais verbas para que possa recuperar a sua infraestrutura, exaurida pelos anos e pela escassa manutenção, bem como mais verbas de investimento para ampliar as suas instalações, restaurar as unidades do Complexo Hospitalar e de seus prédios históricos, a UFRJ seguirá uma instituição nacional da maior relevância para a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia comprometidas com o bem-viver dos povos.

Reivindicamos o efetivo cumprimento da autonomia universitária para que possamos produzir conhecimento com ética e compromisso com a verdade, sem subordinação aos interesses particularistas. Liberdade de cátedra, participação, expressão e crítica são valores inalienáveis da vida acadêmica. Para que a universidade não fique sob influência de patrocinadores com interesses específicos de lucro, reivindicamos a garantia de um orçamento compatível com as necessidades da instituição! Somente assim a interação com os setores produtivos será fecunda para a instituição e para o país.

A comunidade da UFRJ está ciente de que o futuro da instituição dependerá do porvir da nação. Daí todo nosso compromisso com a democracia, a igualdade social, os direitos sociais e os direitos humanos, as condições socioambientais do planeta e com o conhecimento crítico e emancipatório.

A comunidade da UFRJ presta verdadeira homenagem aos que de fato vêm custeando as nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão: todos os que trabalham arduamente e contribuem, pagando tributos para a manutenção da universidade. Essa história virtuosa não teria sido possível sem o apoio dos que vivem do próprio trabalho e são explorados. Também expressamos reconhecimento a todas as forças sociais que, na sociedade política e na sociedade civil, vêm atuando no sentido de possibilitar melhores condições para a educação pública, laica, universal, comprometida com os grandes problemas dos povos, projeto nacional com o qual nos identificamos!

 

Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2015

Roberto Leher

Reitor UFRJ

 

Inauguração da Cidade Universitária

 

É o prédio do Instituto de Pediatria e Puericultura da UFRJ, que marca a inauguração do campus da Cidade Universitária em 1953. Interessante registrar que na memória coletiva muitos acreditam que a Cidade Universitária foi pensada pelo regime civil-militar na década de 1970. Lembramos que algumas obras foram finalizadas em 1972, no governo Médici, e por isso as lembranças foram enquadradas neste momento.

 

 

UFRJ em Imagens

 
A história da UFRJ é longa e se mistura, em diversos aspectos, à própria história do Rio de Janeiro e do Brasil. A universidade tem um patrimônio arquitetônico variado, com prédios centenários. Em suas atividades acadêmicas e cerimônias de diversas naturezas, sempre recebeu em suas instalações personalidades no campo da política, das artes e das ciências. As imagens a seguir mostram uma pequena parte desta história.
 
 
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Iniciação Científica

 

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Equipe

Andréa Cristina de Barros Queiroz (Diretora)

Historiadora

andreaqueiroz@sibi.ufrj.br

Currículo Lattes

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Algacilda Alves da Conceição (Substituta da Diretora)

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Técnica em Assuntos Educacionais (Licenciada em História)

annepaixao@sibi.ufrj.br

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Bibliotecário

juliano@sibi.ufrj.br

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